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DEGUSTATE | GASTRONOMIA

Seção: Expert



36 post(s) publicado(s) em “Expert”.

Postado em 19/11/2009 14:12 por Didú Russo

Champagne GOSSET vai para a Grand Cru

Mais uma grande marca se vai da Expand, a excelente Gosset. Agora nas mãos da Grand Cru que ofereceu uma degustação com a competência do Philippe Manfredini, Export Director da Maison, escoltado com o não menos competente confrade da Confraria dos Sommeliers Fabiano Aurélio.  O encontro foi para os Sommeliers e fiquei mais uma vez perplexo com a falta de traquejo desses rapazes, que não são capazes de formular uma questão sequer ao visitante que tanto tem a contar. Uma pena isso que sempre nos diminui, que mostra a ausência do traquejo social nessa categoria. É o nosso Brasil brasileiro. sugiro que os cursos de Sommelier comecem a contemplar um pouco de etiqueta, postura, história e geografia, pois não é só de boas taças que se faz o bom serviço.

Postado em 13/11/2009 0:26 por Didú Russo

Champagne Biodinâmico De Souza vende degustação da Confraria dos Sommeliers

A Confraria dos Sommeliers teve o privilégio de receber a visita de seu Confrade honorário Guilherme Corrêa, o melhor Sommelier do Brasil atualmente e 3º melhor das Américas, para degustar às cegas amostras de Champagnes não safradas. Ganhou o De Souza biodinâmico importado justamente pela Decanter. O resultado completo sairá na Revista Prazeres da Mesa, mas no vídeo abaixo você pode aprender como é que se apresenta um Champagne. Que orgulho ter um Sommelier como o Guilherme em nosso pais. Um grande orgulho. Sommeliers amigos, assistam e aprendam, depois assistam e apreendam e depois assistam novamente e aprendam. Saúde!

Postado em 29/10/2009 22:04 por Didú Russo

Já ouviu falar em "pisa a pé" ? Então siba pelo produtor antonio soares Franco.

Os vinhos dele vêm pela Inovini.

Postado em 27/10/2009 18:12 por Didú Russo

Marilisa Alegrini visita o Brasil a convite da Grand Cru

Novamente na espetacular cozinha de Pascal Valero no KAA, que sempre deixa os estrangeiros encantados e ainda com a gerência competente do meu amigo Geraldinho, tive o privilégio de conhecer Marilisa, a simpaticíssima e competente proprietária da Tenuta Allegrini. Seus vinhos são conhecidos dos brasileiros desde os tempos de Expand e hoje constam da lista da Grand Cru que me convidou para esse almoço espetacular. Seu Amarne, que não usa Molinara, mas as Corvina Veronese (80%), Rondinella (15%) e Oseleta (5%) é uma surpresa, feminino, Amarone, mas com delicadeza, estruturado mas elegante, sedutor mas disreto. Fino mesmo.

Seu Valpolicella é bárbaro vinho do dia-a-dia, para as comidas italianas, despretencioso, frutado e ligeiro. O Corte Giara, começamos por ele é um Pinot Grigio (por que não bebemos mais vinhos assim no nosso dia-a-dia não?) leve, agradável, vivo, fresco, estava ótimo com os antipasti. Minha grande supresa foi o Brunello di Montalcino San Polo 2004 que "Secondo me" foi o melhor vinho para mim. Fino, suntuoso, foi abrindo e mostrando todo seu esplendor. não consigo entender que haja pessoas que não curtam Sangiovese. O Jorge Carrara que para mim é uma ótima harmonização em degustações, sim, ele mesmo, pois sendo calado e eu falante, harmoniza. Enquanto estou viajando num aroma qualquer do Brunello ele atento pergunta e anota e me lembra bem, "Didu, note que você esta bebendo o 2004 e eles compraram a tenuta em 2005..." correto, mas acredito e espero que a competência do Allegrini venha melhorar ainda esta maravilha de Brunello.

O palazzo della Torre 2006 que o gentil Robin nos abriu e era sua garrafa de demonstração, é um ripasso maravilhoso. As uvas Corvina Veronese, Rondinella e Sangiovese do Podere Palazzo della Torre, seguem dois caminhos diferentes: enquanto 70% é vinificado normalmente, outros 30% vai para "appassire" até o fim de dezembro. Somente então é adicionada aos 70% do vinho. Um espetáculo. Eles são muito criteriosos do Ripasso (repassar) que desenvolveram um contra rótulo explicando o processo e um curioso aparelho que passado no código de barras do rótulo, dispara o som da própria Mariliza em diversos idiomas, explicando o que é ripasso.

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Postado em 27/10/2009 10:13 por Didú Russo

Gaia Gaja, filha de Angelo Gaja e o mesmo DNA GAJA.

No video voce viu uma mostra da filha de Angelo Gaja, o famoso produtor do vinho Barbaresco Gaja. O homem que valorizou o vinho italiano nos últimos anos, com sua elegância e estrutura. Gaja hoje é certamente o nome mais importante do vinho na Itália.

Fiquei sinceramente comovido ontem no almoço oferecido por Ciro Lilla a alguns privilegiados da imprensa, no ótimo Ravióli, para conversarmos com Gaia Gaja e degustarmos aquelas maravilhas que completam 150 anos de idade. Gaia é linda, tem postura, mulher nobre, fina, inteligentíssima e bem representa o DNA GAJA. Impressionante essa moça com quase 30 anos com essa postura e segurança. Ela deu um show de simpatia, beleza, elegância e competência. Para quem pensava que o Ângelo fosse insubstituível é por que não conheceu Gaia. Parabéns.

Degustamos os espetaculares: Alteni di Brassica Langhe Sauvignon Blanc 2006 (U$ 149,50), o Rossj-Bass Langhe Chardonnay/Sauvignon Blanc 2007, o Promis DOC Toscana 2006 (Merlot/Syrah/Sangiovese) U$ 89,90, o Brunello di Montalcino Renina 2001, (U$ 289,50), vinho que n˜åo fi engarrafado em duas safras seguidas, a 2002 e 3 por não estar no nível de qualidade pretendido... esse é Gaja. O famosíssimo e eleganterrimo Barbaresco 2005 (U$ 419,50) e o Barolo Sperss 2004 o campeão “Secondo Me” (U$ 679,00), que veio devidamente firmato da Gaia per me. I don’t forgoth La botiglia!...

Postado em 17/10/2009 13:48 por Didú Russo

Vinho em árvore? Você já viu isso?

O sistema de cultivo da videira conhecido como "enforcado" era uma forma do produtor não gastar muito dinheiro construindo um vinhedo com estacas, arames e mão de obra cara. Então eles plantavam uma árvore e junto a ela a videira. A árvore mais comum era o choupeiro ou o platano. Dessa forma a videira que é uma trepadeira, enrolava-se na árvore e subia junto com ela. Algumas depois eram interligadas com fios de arame formando uma grande teia. Para colher esse processo que ainda hoje existe em Portugal, exige a utilização de escadas.

Postado em 17/10/2009 13:41 por Didú Russo

Fique sabendo em primeira mão que o enólgo da vez em Portugal responde pelo nome de Antonio Souza

Os vinhos da Quinta de Linhares uma das vinte quintas a que Antonio dá consultoria, ainda não vêm ao Brasil, mas logo logo isso mudará. Os vinhos deles são muito elegantes e equilibrados, com boa acidez. Um espetáculo, lá degustei o melhor painel de vairedade com qualidade. No vídeo você vê o enólogo aberto, comentando seus porcessos. Espero que logo venham ao Brasil essas preciosidades.
Uma curiosidade, há diversos tipos de vinho verde. Desde os que conhecemos que são quase frisantes, com aquele peetilant que eles chamam de agulha, os do tipo Casal Garcia e os tranquilos, normalmente na linha dos da uva Alvarinho. São tipos distintos e os tranquilos vêm ganhando espaço na preferência dos produtores.

Postado em 17/10/2009 13:37 por Didú Russo

Vpcê ja bebeu vinho na tigela?

Pois é, como você vê há muitos hábitos no mundo do vinho que desconhecemos, não? Este vinho verde tinto, porduzido com a uva de nome "vinhão" é bebido assim na região pelo fato de ter uma côr muito intensa. Então na tigela fica mais bacana de se ver as lágrimas escorrendo na parede branca da tigela... eles comem normalmente com bacalhau, com arroz de sarrabulho (feito com sangue de porco e com salpicão, um lombo de porco que é bem temeperado e defumado que é bárbaro. Saúde.

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Postado em 13/10/2009 7:11 por Didú Russo

Você conhece Vinho Verde?

Estou em Portugal a convite da Comissão de Vitivinicultura da Região dos Vinhos Verdes e vou visitar a região do Minho, logo acima da cidade do Porto. Com uma agenda bem puxada espero ter tempo para blogar para você. Aguarde.

Postado em 11/10/2009 7:07 por Didú Russo

Aquilo que se denomina "acaso" é apenas falta de conhecimento...

Por que os vinhos orgânicos, naturais e biodinâmicos causam tanto incômodo ao mercado do vinho refém da indústria química?

Por que taxar de esotéricos, místicos e curandeiros, pessoas que produzem seus vinhos como seus ancestrais faziam?

Por que a humanidade viveu onze mil anos fazendo uma agricultura pura, sem química e agora acha que não pode mais?

Por que mesmo entre os céticos e críticos da Biodinâmica ninguém poda uma videira na lua minguante e não engarrafa seus vinhos em lua cheia?

Por que a humanidade reconhece as influências da Lua sobre a nossa natureza e desconsidera a influência de outros astros ou planetas?

Alguém pode, sinceramente aceitar que neste vasto Universo em movimento e misteriosa harmonia, apenas a Lua exerce influência na vida da Terra? A era de Galileu já passou gente.

Por que chamar de esoterismos ou misticismos, práticas que a ciência não sabe explicar? Não seria mais inteligente estudar? Pesquisar?

Por que um esterco que é introduzido num chifre de vaca e enterrado de um equinócio a outro, fica 80 vezes mais potente que o que não passa por esse processo? A ciência sabe dizer? Seria bruxaria?...

Por que uma substância quanto mais diluída e dinamizada tem efeito maior? Isso é bruxaria?

Por que uma indústria não se interessa em estudar um negócio onde menos é mais, em benéfico da humanidade em vez do benéfico apenas de seus acionistas? Não daria para fazer as duas coisas?

Por que as notícias sobre a contaminação do solo de Bordeaux não ganham a mídia?

Por que falar em terroir em vinhedos quando se usa clones, as leveduras não são indígenas, os aromas artificiais vêm junto com as leveduras compradas e as raízes crescem para os lados e para cima? Terroir de quem? Da onde?

E afinal... Por que os vinhos biodinâmicos são mais delicados, mais sutis, mais longos e com mais tipicidade? Apenas para citar alguns: Le Roy, Domaine de La Romanée Conti, Château Le Puy, Clos de La Coulée de Serrant, Egly-Ouriet, J.C.Rateau, Pierre Frick, Marcel Deiss, Zind Humbrecht, Ostertag, Josmeyer, Michel Lafarge, Leflaive, Comte Armand, Catherine et Dominique Derain, La Grave, Rousset Peyraguey, Fleury, André et Mireille Tissot, Léon Barral, Rimbert, Domaine de Trevallon, Chapoutier, Nikolaihof Wachau, Rainer EYMANN, Günther SCHÖNBERGER, Ricardo Pérez PALACIOS, Domino de Pingus, Alvaro ESPINOZA, Seña, entre outros. Como? Não conhece? Então experimente e pense.